Que Estratégia de Crescimento? (parte 7)

13 Feb

Considerando agora as alterações concretas preconizadas para as políticas de marketing na era da informação, comecemos por observar tais mudanças ao nível das políticas de preço:  Ao contrário do que sempre sucedeu na era industrial, em que o preço muito tem vindo a depender dos custos de produção e distribuição, na era da informação o […]

Que Estratégia de Crescimento? (parte 6)

12 Feb

  Como sabemos, o crescimento bem sucedido dos negócios baseia-se em dois conjuntos principais de fatores: (i) fatores subjacentes ao desempenho logístico conseguido (e.g. economias de escala na produção e distribuição); (ii) fatores subjacentes à capacidade de diferenciação de produtos e serviços. Quanto ao primeiro grupo (i), torna-se inacessível à esmagadora maioria dos empreendedores nacionais […]

Que Estratégia de Crescimento? (parte 5)

8 Feb

    Na era da informação, passam a existir apenas duas grandes opções estratégicas de crescimento de um negócio (ver figura acima). Estas, ao contrário das estratégias preconizadas por Michael Porter (ver o primeiro “post” desta série: “Que Estratégia de Crescimento? – parte 1”), não são estratégias mutuamente exclusivas (explicarei isto mais adiante). Existem pois […]

Que Estratégia de Crescimento? (parte 4)

5 Feb

 IMPRESSORA 3D Para vislumbrar os modelos de negócio preconizados na era da informação (e que como veremos são, por maioria de razão, recomendáveis em Portugal), devemos compreender que a Internet não veio fazer concorrência nos negócios, veio sim criar um novo mundo de negócios… Neste novo mundo, os negócios tradicionais apresentam rendimentos decrescentes! Nas eras pré-industrial […]

Que Estratégia de Crescimento? (parte 3)

5 Dec

No post anterior, apontámos a diferenciação como estratégia de sucesso em Portugal na era da informação. Ora, para produzir bens e serviços diferenciados é necessário, sobretudo, informação sobre os respectivos clientes. Nestes casos, a inovação e a personalização são os factores capazes de proteger as margens de lucro das empresas, sendo que as bases de dados (BD) […]

Que Estratégia de Crescimento? (parte 2)

28 Nov

  Portugal é um país pequeno e com poucos milionários. É pois difícil gerar por cá as economias de escala que tornam os grandes poderosos quando se trata de fabricar ou distribuir “em massa”, i.e. quando o negócio passa por assegurar uma elevada produção em série ou um escoamento ao melhor preço. Resta-nos pois o […]

Que Estratégia de Crescimento? (parte 1)

24 Nov

Michael Porter apontou “grosso modo” duas estratégias genéricas, mutuamente exclusivas (acrescentando o conselho, “don`t stuck in the middle”), para alcançar vantagens competitivas e assegurar o crescimento; “Liderança pelos custos” (fazer o que já existe mas de uma forma mais barata do que os outros o fazem), OU “Diferenciação” (fazer algo diferente daquilo que existe, inovando). Nos posts […]

Custos de Transação vs Empregabilidade

15 Nov

É habitual correlacionarmos o aumento da taxa de desemprego com o abrandamento económico, mas há outra explicação para este facto que tem passado despercebida. Trata-se da influência da decorrente redução dos chamados “custos de transacção” (explicados pela primeira vez, em 1937, pelo decano Ronald Coase, prémio Nobel da economia em 1991). Na verdade, as empresas […]

“Massa Cinzenta” Amassada?

13 Nov

  Portugal é um país pequeno… e são fracas as economias de escala conducentes à liderança pelos custos indispensável ao tipo de êxito empresarial assente em produtos indiferenciados (não há por cá massa crítica suficiente para justificar vários “Belmiros de Azevedo”). Na verdade, penso que apenas um tipo de empreendedorismo alicerçado na diferenciação conducente à […]

All Together Now!

5 Nov

  Acredito que apenas um conjunto de acções que possam ser fruto da inteligência colectiva conseguirá resolver democraticamente o problema da falência económica e moral de muitas (demasiadas) instituições basilares em que nos habituámos a confiar. É importante não se confundir “acção colectiva” com “colectivismo”. No presente sentido, entende-se “acção colectiva” como sendo o resultado de comportamentos individuais […]

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